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domingo, 19 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
domingo, 12 de junho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
RESENHA - O clube dos anjos(Luis Fernando Veríssimo)
Um retrato do dia-a-dia de um grupo de cavalheiros viciados em comida. Entre eles, um assassino sem série: A Gula.
“Parecíamos um grupo de invasores de outra espécie que ainda não percebera que seu disfarce não funcionava, que o rabo ainda estava à mostra. Imagino que era isso que a mulher de André dizia, depois de descobrir que não éramos os sofisticados que ela pensava. Não é gente da nossa espécie, André. Deixa esse clube de malucos. Em vinte e um anos, tínhamos nos transformado em pessoas esquisitas.”
É o primeiro livro de Luis Fernando Veríssimo que leio, e confesso que já fiquei um pouco fã deste escritor tão icônico e irônico, de palavras simples e estrutura muito atraente ao leitor. “O clube dos anjos”, um livro que foi me cativando aos poucos, pedaço por pedaço, é daqueles que você acaba por pegar(emprestado na biblioteca, como foi o meu caso), esperando uma leitura casual e rápida, até porque na edição que eu encontrei o enredo se resume em 142 páginas.
Contudo, Veríssimo afunda o leitor na história de tal forma que, com certo sarcasmo, acabamos nos rendendo e lendo com mais voracidade ainda.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Crônica - Conformadamente inconformada
Caminhava dando passos apressados, como se tivesse horário marcado. Não reparava nos outros transeuntes com medo de achar algum conhecido e ter que parar para cumprimentá-lo.
"Oi", "tudo bem?", "e a família?", "o tempo está bom", "o tempo está ruim"... sempre aquelas mesmas conversas vazias, sem conteúdo, totalmente desnecessárias. Estava farta de sorrir o tempo todo, de ser educada o tempo todo. Que lhe fosse permitido um dia ruim, sem que lhe chegassem urubus procurando se saciar com as más notícias de sua vida. Queria ser ela, sozinha no mundo... quem dera... mas dizem que a solidão sufoca a alma, mata os desejos, a vontade de viver. Afinal, para que serve a felicidade se não pode ser compartilhada?
Ok, assumo que ela queria alguém; contudo, este não podia cercear seu espírito libertino, tampouco ser um desconhecido tão perdido quanto ela. Alguém para amar, zelar, proteger... mas não tinha tempo. Corria de tudo e de todos quando podia.
Essa pobre moça, inconformada com o meio em que estava inserida, lutava o quanto podia para isolar-se da sociedade. Andava apressada, não porque tinha pressa. Ela só tinha medo de viver, de se permitir a fazer escolhas ousadas que talvez pudessem retirá-la do caminho traçado ainda na maternidade. Era uma áurea pulsante, ávida pela liberdade presa em um corpo que limitava os seus anseios.
Estava cansada da vida que tinha, mas não se esforçada para mudá-la.
("Jéssica Stewart")
domingo, 5 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
Lançamento Darkside - O menino que desenhava monstros - JUN/2016
Olha a Darkside arrasando novamente! Desta vez com esta maravilha da edição que ficou o livro "O menino que desenhava monstros", de Keith Donohue. O release e as informações técnicas estão logo abaixo.
Todos já desenharam monstros na infância,
mas poucos conseguiram dar vida a eles.
Keith Donohue escreve histórias realmente assustadoras. Não aquelas com sangue por todos os lados ou sustos premeditados para fazer o leitor pular da cama. O horror está nas sutilezas que são capazes de fazer a pele formigar e nos dar a certeza de que estamos diariamente interagindo com o sobrenatural.
Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar.
Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais.
Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas.
Um livro para fazer você fechar as cortinas e conferir se não há nada embaixo da cama antes de dormir. O Menino que Desenhava Monstros receberá o tratamento monstruoso já conhecido pelos leitores da DarkSide® em 2016. A história também ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.
Título | O Menino que Desenhava Monstros
Autor | Keith Donohue
Tradutor | Cláudia Guimarães
Editora | DarkSide®
Edição | 1ª
Idioma | Português
Especificações | 260 páginas (estimadas), Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 16 x 23 cm
darksidebooks.com |
facebook.com/darksidebooks |
vc@darksidebooks.com
A pré-venda já está disponível no link a seguir: Pré-Venda O menino que desenhava monstros
quinta-feira, 2 de junho de 2016
RESENHA - Onze(Mark Watson)
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| O meu exemplar, publicado no Brasil pela Rai Editora |
Um livro tímido até na capa, mas uma história arrebatadora e de palpitar o coração. Onze, de Mark Watson, (até então passando despercebido em minha estante), deu-me uma boa lição de como não julgar um livro pelo seu título.
Xavier e Murray são dois apresentadores de um show da madrugada londrino que acalenta os sonâmbulos ingleses em suas noites em claro. Aparentemente próximos um do outro, descobrem-se verdadeiros conselheiros nos mais diversos aspectos, desde ouvintes com problemas amorosos até alguns à beira de um colapso nervoso, dispostos a dar um ponto final à suas vidas.
É um trabalho difícil, pelo peso que o show acabou ganhando em sua audiência fiel, e a responsabilidade que caiu nas costas de Xavier por vezes o deixa em dúvida quanto à sua real importância na vida de todas as pessoas que ligam para ele, rostos que ele nunca viu, vozes por vezes inéditas, em outras, regulares e desesperadas. Há, de certo modo, uma forma de afetar a vida do próximo, indiretamente, através de seus atos cotidianos? Estamos todos conectados por uma imensa teia de acontecimentos?
terça-feira, 31 de maio de 2016
CONTO - Dollhouse
As visitas foram chegando aos poucos. A fillha mais velha, que não conversava com o pai, sentou-se ao lado dele como fizera todos os anos nesta data. Apoiou os cotovelos na mesa, cruzou as mãos afim de apoiar a sua cabeça e se dispôs apenas a observar os acontecimentos que antecediam a ceia de natal. A mãe havia decorado a casa com uma dedicação inegável: havia pisca-piscas coloridos em torno das janelas, guirlandas floridas nas portas, um pinheiro verdadeiro no canto da sala de jantar enfeitado com bolas vermelhas brilhantes e uma estrela na ponta. Na mesa, os pratos de porcelana - que são usados somente em ocasiões especiais - estavam servidos; havia um candelabro antigo com velas vermelhas que lançavam um aroma adocicado à medida que eram queimadas.
A campainha tocou. Viu a avó, cuja aparência era nova demais para a idade, chegar com uma broa de fubá com erva-doce, receita adorada por todos os familiares. Trajava um vestido longo e preto; percebia, por meio do semblante ranzinza dela, que não a agradava estar ali. Abriu um sorriso amarelo quando seus olhos se encontraram, como quando se cumprimenta um ente pouco querido. Viu a sua irmã pegar a fôrma com toda a má vontade do mundo, sem dizer nada, e saiu em direção a cozinha com passos fortes e semblante sisudo. A avó e as netas não se davam muito bem desde sempre.
E novamente a campainha soava. Viu a tia chegar com o marido e os dois filhos, que logo saíram correndo ao redor da mesa brincando de pique-pega. O marido, o único formado em uma faculdade dentre todos os familiares e agregados - via-se como o único detentor do conhecimento -, se sentou ao outro lado dela com postura ereta e peito estufado, como se um diploma no currículo o tornasse superior. Indagou-a sobre os estudos, já sabendo que ela resolveu largar o curso de medicina em uma universidade federal. Começou a tagarelar sobre a juventude que não quer nada da vida, nos pais que não têm pulso firme na escolha do futuro dos filhos e no quanto ela era sofreria no futuro por ter abandonado a faculdade. Contudo, apenas obteve como resposta um olhar indiferente que o fez se calar.
A tia, um poço de educação, desatou a falar sobre todos os defeitos que via na sala de jantar: o tapete que não combinava com o clima natalino, o peru que parecia lhe mal assado, o vinho que carecia ser de uma vinícula mais sofisticada e de colheita noturna... Deu lhe na cabeça até mesmo de criticar a árvore de natal, que para ela tinha que ser em tons dourados, a nova-velha tendência fútil de remeter ao luxo em simples detalhes.
O pai despejava suas ácidas palavras em meio ao seu discurso machista e alienado. Esbravejava, gesticulava, e hurrava palavras em tons ofensivos em uma simples discussão sobre a conjuntura política atual, travada entre ele e o marido da tia. A garota sabia que não podia opinar."Política não é coisa de mulher", diziam. Por fim, até mesmo o sábio marido da tia começou a derivar o nome da presidente com sufixos e prefixos pejorativos, em um claro discurso ignorante. Assim deu-se um fim da discussão; vermelhos de raiva, concordaram que a crise tinha culpa somente da presidenta comunista e de seu partido corrupto.
A irmã tentava conter os primos inútilmente. Corriam por todos os lados, por vezes gritavam, se debatiam, se batiam... Essas coisas que as crianças endiabradas costumam fazer. Agitavam a casa e deixavam-na de ponta-cabeças; estavam animados com a chegada do Papai Noel.
Lenvantou-se e foi até a cozinha. A mãe, escutando todas as críticas que a tia fazia, acabou deixando a sobremesas que fizera de lado; corria contra o tempo para fazer um pudim e um cheese cake de frutas vermelhas, uma receita americana para tornar a ceia mais pomposa. A avó servia para dar mais pitaco: falta sal, esta muito doce, joga fora! Deixava a cozinha uma zona de tanto futricar o que estava dentro das gavetas, por cima de todas as pratileiras. E a mãe, em silêncio, só ouvia e agia obediente. A tia não podia ajudar, porque havia feito as unhas especialmente para o evento. Logo, coube a ela tentar ajudar um pouco a mãe que se via cada vez mais atabalhoada.
Pouco antes do relógio soar meia-noite, conseguiram deixar tudo em ordem. As panelas fumegantes exalavam o cheiro saboroso de "comida feita em casa". O tio arrumou o tripé da câmera em cima de uma estante e acionou o timer. 10, 9... todos se reuniram na sala de estar em um abraço caloroso 6,5... a irmã segurava os primos que só queriam sair correndo 2,1. Sorriram. Eram uma família feliz.
("Jéssica Stewart")
terça-feira, 24 de maio de 2016
Os condenados - Lançamento Darkside - 30/Jun - 2016
Mais uma vez a maravilhosa Darkside nos encanta com essas maravilhas da edição e com bastante conteúdo do gênero terror e suspense, os carros chefes da editora. Desta vez, é "Os condenados", do aclamado Andrew Pyper, autor de "O demonologista". Confira:
Danny Orchard conseguiu enganar a morte e ganhou uma segunda chance para viver. Só que ele não voltou do inferno sozinho. Em Os Condenados, Andrew Pyper, autor do fenômeno O Demonologista, explora as conexões de amor e ódio entre irmãos gêmeos, numa história sobrenatural digna de pesadelos.
Danny passou por uma experiência de quase-morte em um incêndio há mais de vinte anos. Sua irmã gêmea, Ashleigh, não teve a mesma sorte. Danny conseguiu transformar sua tragédia pessoal em um livro que se tornaria um grande best-seller. Ainda que isso não signifique que ele tenha conseguido superar a morte da irmã. Claro, ela nunca mais o deixaria em paz.
Mesmo depois de morta, Ash continua sendo uma garota vingativa e egoísta, como sempre. Mas agora que seu irmão finalmente tenta levar uma vida normal, ela se torna cada vez mais possessiva. Danny parece condenado à solidão. Qualquer chance de felicidade é destruída pelo fantasma de seu passado, e se aproximar de outras pessoas significa colocá-las em risco.
Os Condenados é o segundo lançamento de Andrew Pyper pela DarkSide® Books. O autor, presente em diversas listas de mais vendidos em todo o mundo, foi consagrado por uma nova geração de leitores brasileiros, que fizeram O Demonologista ser uma das melhores surpresas em 2015. E agora Pyper promete incendiar novamente o mercado com este asfixiante thriller psicológico. Os direitos para o cinema de Os Condenados foram adquiridos pela Legendary Pictures, responsável por 300, pela Trilogia do Batman de Christopher Nolan e pelos projetos mais recente de Guilhermo Del Toro. Respire fundo. Em 2016, estamos todos condenados ao melhor do terror e da fantasia.
Ficha Técnica
Título | Os Condenados
Autor | Andrew Pyper
Tradutor | Cláudia Guimarães
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 336 páginas
Dimensões | 14 x 21 cm
ISBN | 978-85-9454-003-4
Essa edição ficou muito fantástica, não? Olhem esta lombada com a aparência desgastada, como se o livro tivesse sido carregado para lá e para cá por séculos e séculos de trevas...
Essa edição ficou muito fantástica, não? Olhem esta lombada com a aparência desgastada, como se o livro tivesse sido carregado para lá e para cá por séculos e séculos de trevas...
Corram no link da Pré-Venda Os Condenados e adquiram já o seu. Quem sabe a Darkside não manda um exemplar para o blog e não podemos resenhar essa delícia?! #FicaADica
Tem também booktrailer, confiram:
quinta-feira, 19 de maio de 2016
RESENHA - A cidade do Sol(Khaled Hosseini)
Duas garotas tentam sobreviver em uma cidade assolada pela guerra. Mas seu maior perigo não é as bombas que caem do céu, é a sociedade que as empurra para debaixo dos braços do marido.
Mariam é uma garota do interior, uma harami, uma filha bastarda de um homem rico da cidade de Herat, no Afeganistão. Em meio ao deserto e à miséria, a menina sonha com uma vida melhor; o mundo lá fora é uma maravilha aos olhos de Mariam jo. Contudo, a pobreza é um obstáculo a seus sonhos, algo que somente seu pai pode resolver.
Certo dia, quando ela completaria 15 anos, em 1974, enquanto ela conversava com o pai, decidiu que queria ir com ele assistir a um filme estrangeiro no cinema de Herat. Porém, o que parecia ser o melhor dia de sua vida é a porta de entrada para uma nova e deprimente vida bem longe de seu local de origem.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Lançamentos Darkside de Junho - 2016
A editora Darkside books, especializada na literatura de terror, sombria e que está presente nos nossos mais sórdidos pesadelos, apresenta seus lançamentos para o mês de Junho de 2016. Confiram:
O ÚLTIMO ADEUS, por Cynthia Hand
“Desculpa, mãe, mas eu estava muito vazio.” – Tyler
A autora de fantasia que está encantando leitores com a força de sua escrita lança seu primeiro romance contemporâneo – uma trama comovente e impactante situada nos dias de hoje. Depois de sucessos internacionais como a saga Sobrenatural, Cynthia Hand demonstra todo o seu talento numa história sobre perda, culpa e superação.
O Último Adeus é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos que começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta, como forma de conseguir expressar seus sentimentos retraídos. Há apenas sete semanas, Tyler, seu irmão mais novo, cometeu suicídio, e ela não consegue mais se lembrar de como é se sentir feliz.
O divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade, os gastos com seu carro velho. Ter que lidar com a rotina mergulhada numa apatia profunda é um desafio diário que ela não tem como evitar. E no meio desse vazio, Lex e sua mãe começam a sentir a presença do irmão. Fantasma, loucura ou apenas a saudade falando alto? Eis uma das grandes questões desse livro apaixonante.
O Último Adeus é sobre o que vem depois da morte, quando todo mundo parece estar seguindo adiante com sua própria vida, menos você. Lex busca uma forma de lidar com seus sentimentos e tem apenas nós, leitores, como amigos e confidentes.
Cynthia Hand faz sua homenagem àqueles que se foram muito cedo e oferece um diálogo reconfortante a quem já esteve no lugar de sua protagonista. Os pensamentos e os segredos de Lex e Tyler serão revelados aos leitores brasileiros em 2016, em um livro que fará parte da Coleção DarkLove – linha que lança autoras femininas com muita história para contar.
Cynthia Hand divide seu tempo entre o sul da Califórnia, onde vive com o marido e o filho, e o sudeste de Idaho, perto das Montanhas Teton. Escritora best-seller do New York Times, Hand dá aulas de escrita criativa na Universidade de Pepperdine. Na mesma linha de Os 13 Porquês (Jay Asher) e Se eu Ficar (Gayle Forman), O Último Adeus é o seu primeiro romance contemporâneo.

Ficha Técnica
Título | O Último Adeus
Autor | Cynthia Hand
Tradutor | Carolina Coelho
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 368 páginas (estimadas), Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 14 x 21 cm
É o caso de EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS, da autora norte-americana Clare Vanderpool. Um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença.

Ficha Técnica
Título | O Último Adeus
Autor | Cynthia Hand
Tradutor | Carolina Coelho
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 368 páginas (estimadas), Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 14 x 21 cm
A Darkside também nos mandou material de divulgação para um novo lançamento, e o livro chama-se "Em algum lugar nas estrelas", de Clare Vanderpool. Aguardamos ansiosamente o mês de junho para conferir essas belezuras que só a Darkside pode trazer para nós!
EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS, por Clare Vanderpool
Livros são ótimos companheiros de viagem. Alguns conseguem ir além e se transformam em companhias para a vida inteira. Como os amigos que fazemos na juventude que, aconteça o que acontecer, vão estar para sempre do nosso lado.
É o caso de EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS, da autora norte-americana Clare Vanderpool. Um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença.
Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker. A Segunda Guerra Mundial estava no fim, mas ele não tinha motivos para comemorar. Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.
Early, um nome que poderia ser traduzido como precoce, é uma descrição muito adequada para um prodígio como ele, que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de sua genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.
Obsessivo, Early Auden tem regras específicas sobre que músicas deve ouvir em cada dia da semana: Louis Armstrong às segundas; Sinatra às quartas; Glenn Miller às sextas; Mozart aos domingos e Billie Holiday sempre que estiver chovendo. Seu comportamento é um dos muitos indícios da síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo que só seria descoberta muito tempo depois da Segunda Guerra, e que inspirou personagens já clássicos como o Sr. Spock (Star Trek), o Dr. House e Sheldon Cooper (The Big Bang Theory).
Quando chegam as festas de fim de ano, a escola fica vazia. Todos os alunos voltam paracasa, para celebrar com suas famílias. Todos, menos Jack e Early. Os dois aproveitam a solidão involuntária e partem em uma jornada ao encontro do lendário Urso Apalache. Nessa grande aventura, vão encontrar piratas, seres fantásticos e até, quem sabe, uma maneira de trazer os mortos de volta – ainda que talvez do que Jack mais precise seja aprender a deixá-los em paz.
Ficha Técnica
Título | Em Algum Lugar nas Estrelas
Autor | Clare Vanderpool
Tradutor | Débora Isidoro
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
ISBN | 978-85-66636-83-3
Especificações | 272 páginas (estimadas), Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 14 x 21 cm
Autor | Clare Vanderpool
Tradutor | Débora Isidoro
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
ISBN | 978-85-66636-83-3
Especificações | 272 páginas (estimadas), Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 14 x 21 cm
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quinta-feira, 12 de maio de 2016
RESENHA - Depois da escuridão(Sidney Sheldon & Tilly Bagshawe)
Até onde uma mulher seria capaz de ir para provar sua inocência e a de seu marido? Seria capaz de modificar sua própria alma para alcançar a redenção? Grace Brookstein foi.
Um dos maiores golpes financeiros acontece no mercado de ações estadunidense, na agitada Nova York de 2009, ainda sofrendo duramente com a crise de 2008. O mais prestigiado fundo monetário da América, o Quorum, encontra-se em crise depois de descoberto um rombo bilionário em suas contas, e a culpa acaba recaindo sobre Lenny Brookstein, o mandatário do fundo de hedge mais famoso e respeitado de Wall Street.
Praticamente todos aqueles que tinham alguma ligação com o Quorum viram as caras a Lenny quando ele mais precisava, quando era sua cabeça que estava em jogo. Até mesmo seu próprio amigo John Merrivale, em quem Lenny mais confiava dentro da empresa. Não obstante, diante da crise financeira que assolava todos os Estados Unidos desde o ano de 2008, Lenny passou de adorado a odiado da noite para o dia, por pelo menos todos os investidores que acreditaram no sucesso do Quorum e que agora viam seu dinheiro simplesmente desaparecer daquela instituição financeira.
domingo, 8 de maio de 2016
Poema - Pronome oblíquo
Consigo sorria.
Consigo sonhava.
Consigo titubeava.
Consigo entristecia.
Inundava-se de si.
Será que consigo fazê-la olhar para mim,
(nem que seja por um fulgaz instante),
para que eu também transborde
todo o amor próprio que há em si?
Consigo sonhava.
Consigo titubeava.
Consigo entristecia.
Inundava-se de si.
Será que consigo fazê-la olhar para mim,
(nem que seja por um fulgaz instante),
para que eu também transborde
todo o amor próprio que há em si?
- Jéssica Stewart
quinta-feira, 5 de maio de 2016
RESENHA - O caminho para Woodbury(Robert Kirkman e Jay Bonansinga)
O caminho para a redenção e a estrada para o inferno. Tudo isso no mesmo lugar: Woodbury.
Lilly Caul é uma jovem que se viu dentro de um apocalipse zumbi. Os mortos andam pela terra e tudo o que ela tenta é encontrar alguém que a ajude a sobreviver neste mundo caótico. Contudo, suas tentativas sempre parecem ser frustradas pelo destino.
Um grupo de uma centena de pessoas se aglomera em um vale rodeado por árvores frutífera e erigem uma pequena sociedade das tendas ao redor de um enorme picadeiro velho, onde guardam suprimentos e planejam o futuro da humanidade. Lilly é abençoada com a promessa de uma vida nova e segura rodeada de pessoas, e não de mortos-vivos, mas sabe que não será fácil assim.
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